No portfólio de soluções da Sumitomo Chemical, você irá encontrar a associação de três produtos completos para ativar o maior nível de controle do bicho-mineiro (Leucoptera coffeella), principal praga que ameaça a produtividade dos cafezais, podendo resultar em perdas de até 70% na produção de café.

O evento de Dia de Campo Experiência Sumitomo Chemical apresenta as principais novidades para a safra atrelado ao nosso portfolio híbrido e inovador, com base nas principais culturas da região, com produtos do segmento de BioRacionais (seletivos, sustentáveis) e químicos.

A Sumitomo Chemical disponibiliza programas inteligentes de manejo fisiológico, com recomendações técnicas personalizadas para cada cultura.

Programa SOJA+

SOJA+ é um programa de Manejo Fisiológico Inteligente, que utiliza de tecnologia sustentável para melhorar a arquitetura de plantas, fechamento de ruas e manejo reprodutivo para mais engalhamento, retenção e pegamento de flores.

A solução híbrida que combina biológicos e químicos para a proteção do produtivo da sua lavoura.

Um produto inovador e exclusivo para o controle das principais doenças da soja.

Visite a página do produto

Amendoim: Indústria e o Problema com Plantas Daninhas

O amendoim (Arachis hypogaea) tem uma grande importância na indústria alimentícia, que em todo mundo são produzidos 44 milhões de toneladas.

O Brasil é o 11º maior produtor no mundo, sendo a China a maior produtora com mais de 16,5 milhões de toneladas, seguido da Índia e Nigéria, que juntos resultam em mais de 60% da produção mundial. O Brasil apresenta 564.785 toneladas e a maior região produtora é o Sudeste, mais especificamente o estado de São Paulo, que corresponde a mais de 95% da produção do país (CONAB, 2019). Constantemente busca-se diminuir as perdas na produtividade ocasionadas por plantas daninhas, doenças, insetos e solos mal manejados. A cultura do amendoim se destaca pela elevada sensibilidade a competição com plantas daninhas.

As plantas daninhas presentes na cultura competem por diversos recursos como, água, nutrientes do solo, luz e espaço. O grau de interferência das plantas daninhas na cultura do amendoim está relacionado à comunidade infestante (composição específica, densidade e distribuição), a fatores relacionados à cultura (espaçamento, e densidade de semeadura), o estádio fenológico em que ocorreu a competição e o período de duração. Desta forma, o controle eficiente de plantas daninhas durante o período de pré-plantio pode possibilitar que desenvolvam maior habilidade competitiva, o que consequentemente resulta em uma maior produtividade.

As principais plantas daninhas relacionadas ao cultivo do amendoim são:

Foto de Amendoim-bravo.

O controle eficiente dessas plantas deve ser baseado no Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD). Neste conceito se utiliza mais de dois métodos simultâneos no controle:

  • Controle físico/mecânico: esse método de controle é realizado através da capina manual, em pequenas áreas. A haste sulcadora não muito profunda, é usada em áreas maiores, onde a capina manual citada acaba sendo inviável (Suassuna et al., 2014).
  • Controle cultural: esse método se baseia em várias estratégias, como:
  1. População de plantas: através do uso de um menor espaçamento entre fileiras e na linha, ou seja, plantio mais adensado;
  2. Uso de cultivares recomendadas para a região: isto faz com que as plantas se desenvolvam mais rapidamente, consequentemente com uma maior capacidade competitiva;
  3. Adubação localizada, o que favorece apenas a cultura de interesse;
  4. Semeadura da cultura do amendoim antes do ciclo da cultura antecessora ter finalizado. Isso possibilita que o amendoim desenvolva uma melhor capacidade competitiva, não permitindo que as plantas daninhas tenham espaço para se desenvolver (Suassuna et al., 2014);
  5. Plantio na época recomendada, para que a cultura encontre as melhores condições de desenvolvimento.
  • Controle químico: é o principal manejo utilizado no controle de plantas daninhas. A utilização de herbicidas deve ser feita de maneira correta, sempre respeitando a orientação que consta na bula para alvos, doses, horários de aplicação, tecnologia de aplicação e etc. E o mais importante, deve-se realizar a identificação da comunidade infestante da área de cultivo, e assim possibilitar uma tomada de decisão adequada quanto ao melhor produto indicado para o controle.

A Sumitomo Chemical Brasil tem a solução para o manejo de plantas daninhas: O ZethaMaxx.  Resultante da combinação de dois ingredientes ativos (Imazetapir e Flumioxazina), é um herbicida seletivo com ação sistêmica e não sistêmica. Para mais informações consulte a bula ou entre em contato com nosso setor de vendas.

Referências:

CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento. Acompanhamento da safra brasileira – Grãos. V. 6. Safra 2018/19, n. 4, janeiro 2019. Brasília. 2019. ISSN: 2318-6852.Suassuna, Taís et al. Sistemas de produção de Amendoim. Londrina: Embrapa Algodão, v. 07, 2014.

Produtos relacionados

Precisa de ajuda?

Entre em contato conosco através dos
nossos canais de atendimento:

Atenção

Produto perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, bula e receita. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual (EPI´s). Proibida a utilização do produto por menores de idade. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Aplique as doses especificadas e recomendadas na bula do produto. Primeiros socorros e demais informações, vide o rótulo, a bula e a receita agronômica. Descarte as embalagens e restos de produtos dentro das normas, e não reutilize as embalagens vazias. Sempre inclua outros métodos de controle de pragas, seguindo o MIP.

Produto para uso agrícola. Venda sob receituário agronômico. Consulte sempre um engenheiro agrônomo.

Atenção

Você está no site da Sumitomo Chemical, Divisão de Soluções para Agricultura, cujo conteúdo é restrito e destinado exclusivamente a engenheiros agrônomos e demais profissionais do setor agrícola.

PRODUTO PARA USO AGRÍCOLA. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO.