Cana-de-açúcar: riqueza agrícola tradicional
O cultivo da cana-de-açúcar está atrelado à história do país. Durante a época do Brasil Colônia, entre meados do século XVI ao século XVIII, a cana simbolizou a primeira grande riqueza agrícola nacional e sustentou a economia durante um longo período, sendo o açúcar o principal produto para exportação.
De lá para cá, o setor se desenvolveu e se manteve relevante para os brasileiros. Na safra 2022/23, a colheita de cana-de-açúcar registrou 610,13 milhões de toneladas, com o cultivo ocupando 8,28 milhões de hectares. A matéria-prima serviu para a produção de 37,03 milhões de toneladas de açúcar e, somados os volumes de etanol anidro e etanol hidratado, a produção de etanol de cana-de-açúcar totalizou 27,36 bilhões de litros. Além da importância econômica da cana-de-açúcar no mercado interno, há ainda o prestígio internacional. O Brasil figura entre os maiores produtores e exportadores de açúcar do mundo. Na safra 2022/23, foram embarcadas cerca de 27,7 milhões de toneladas de açúcar e o Brasil exportou 2,8 bilhão de litros de etanol.
O cultivo se destaca pela versatilidade que proporciona flexibilidade na rotina das usinas de cana-de-açúcar, permitindo que a agroindústria sucroalcooleira opere de forma positiva e sustentável. A intenção de esmagamento de cana pode variar conforme as condições mais atrativas de oferta e demanda. Assim, as usinas podem decidir se preferem direcionar a cana para a produção de açúcar […]

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