A molécula tradicional e original da Sumitomo Chemical.
Desenvolvida em nosso “Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento”, no Japão, e patenteada em 1985, a flumioxazina, molécula original Sumitomo Chemical, revolucionou o controle de plantas daninhas e representa um marco na história da agricultura.

As micorrizas representam uma associação simbiótica entre fungos e raízes de plantas, caracterizada por um mutualismo altamente benéfico para ambas as partes.

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Com aumento de custo e risco climático, é preciso tornar a lavoura mais resiliente

SOJA+ é um programa de Manejo Fisiológico Inteligente, que utiliza de tecnologia sustentável para melhorar a arquitetura de plantas, fechamento de ruas e manejo reprodutivo para mais engalhamento, retenção e pegamento de flores.

A solução híbrida que combina biológicos e químicos para a proteção do produtivo da sua lavoura.

A Sumitomo Chemical apoia o produtor rural com soluções financeiras que trazem mais previsibilidade e segurança para a gestão da safra.

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Com aumento de custo e risco climático, é preciso tornar a lavoura mais resiliente

O produtor brasileiro está planejando a safra de grãos 2026/27 com um cenário delicado de aperto financeiro e probabilidade de perdas em razão do risco climático  em algumas regiões. Os fertilizantes mais caros e a incidência do fenômeno El Niño de forte intensidade são as questões que mais chamam a atenção atualmente.

Segundo o consultor Carlos Cogo, da Cogo Inteligência em Agronegócio, o mercado brasileiro de fertilizantes é um segmento tradicionalmente bem estruturado, mas que atualmente enfrenta um conjunto de fatores negativos.

“O problema atual é a situação macroeconômica, com taxas de juros elevadas, o que torna qualquer operação mais custosa. Estamos vivendo um momento pontual com a tempestade perfeita: o crédito está alto e os preços das commodities estão em baixa. Estamos admitindo uma redução na adubação, com queda de 12% a 15% nas vendas de fertilizantes neste ano”, revela Cogo.

Dependência externa e conflitos pressionam preços

Risco Climático, Super El Niño e os riscos na Lavoura 26/27
Risco Climático, Super El Niño e os riscos na Lavoura 26/27

Segundo o consultor, historicamente, o consumo brasileiro de fertilizantes acompanhou a expansão da área agrícola e consolidou um perfil único no mundo.

“O Brasil tem muitas áreas com baixo nível de fertilidade e só conseguiu ocupar o Cerrado fazendo correção de solo. Então, hoje, o Brasil tem um grau de risco e vulnerabilidade gigante no setor de fertilizantes porque importa 92% do que consome. Não existe nenhum outro país com esse grau de dependência de importações de fertilizantes”, analisa Cogo.

Consequentemente, questões geopolíticas impactam no mercado brasileiro. Em 2022, a guerra entre Rússia e Ucrânia derrubou as vendas de fertilizante no Brasil em 11,4%. A projeção de Cogo para 2026 é de queda entre 12% e 15%, recuo mais acentuado que reflete as dificuldades da oferta de crédito e da relação de troca. O conflito entre Estados Unidos e Irã, no primeiro semestre de 2026, teve efeito parecido ao da guerra na Ucrânia sobre o mercado de insumo, elevando preços internacionais de fertilizantes, mesmo com cotações atuais mais baixas que as registradas em 2022.

Os preços da ureia, que dispararam em razão do conflito no Oriente Médio, já entraram em trajetória de queda desde abril. Segundo Cogo, o movimento beneficiou o milho segunda safra, principal consumidor de nitrogenado nesse período do calendário agrícola. O preço do potássio subiu pouco em razão da guerra. Já os fosfatados estão com preços em patamares mais elevados por outro motivo: a escassez de enxofre, insumo essencial na produção do fertilizante e hoje deficitário no mercado global, pressionado pelo consumo industrial.

Para driblar as dificuldades macroeconômicas, o consultor recomenda melhorias em gestão.

“O produtor precisa fazer um manejo de adubação o mais técnico possível tentando economizar e reduzir danos. A gestão de compra de insumos também é parte da estratégia para melhorar as finanças. Com operações de barter, o produtor pode fazer compras antecipadas. A melhor prática seria o pagamento à vista com descontos”, orienta Cogo.

Para otimizar o custo de produção da safra de soja 2026/27, os cuidados exigem planejamento antecipado, segundo o consultor Carlos Cogo.

“Quanto mais a compra se aproximar do momento do plantio da safra 2026/27, maior será o risco logístico. O produtor corre o risco de o produto não chegar a tempo, principalmente no caso dos fosfatados para a soja”, alerta.

Super El Niño, Risco Climático e a irregularidade de chuvas

Super El Niño, Risco Climático

Além do desafio financeiro, os produtores estão se preocupando com o cenário climático, com a incidência do fenômeno que vem sendo chamado informalmente de “Super El Niño”. Segundo a meteorologista Desirée Brandt, sócia da consultoria Nottus, o El Niño já está forte e deve se intensificar até o fim do ano, com o seu auge esperado para o mês de novembro, de acordo com os últimos relatórios da agência americana NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration). A intensidade da anomalia no Pacífico é comparável ao que houve entre os anos de 2015 e 2016, quando ocorreu um dos fenômenos mais fortes já registrados.

“Agora temos um planeta mais aquecido que vai evidenciar os efeitos do El Niño. Com a evolução e a persistência do El Niño, que vai ocorrer até o outono de 2027, o cenário não é tão ruim porque há previsão de chuvas para boa parte das regiões produtoras. A chuva até chega cedo em anos de El Niño, mas o problema é que pode ser uma chuva traiçoeira que não se consolida. Em alguns momentos, as chuvas podem falhar e o produtor pode ter que realizar replantios”, analisa Desirée.

O risco climático varia conforme a região. Há chance de seca nos estados que formam o chamado “Matopiba”, no Vale do Araguaia, no nordeste de Mato Grosso e no norte de Goiás e norte de Minas Gerais. São Paulo e Mato Grosso devem ter condições relativamente melhores para o cultivo da safra de soja 2026/27, com boa luminosidade e chuva regular, embora falhas pontuais não estejam descartadas. Por outro lado, na região Sul do Brasil, o panorama climático indica dificuldades causadas por excesso de chuvas. Os maiores acumulados de chuvas são previstos para Santa Catarina e Paraná.

Desirée alerta para a qualidade da temporada de chuva. O volume pode ser adequado, mas as chuvas podem ser concentradas num período e abrir espaço para momentos de seca. Além do Super El Niño em um planeta mais aquecido, podem ocorrer efeitos climáticos que ainda são desconhecidos. Os níveis de temperatura devem ficar em patamares mais elevados na maior parte do país, com exceção do Rio Grande do Sul, onde o volume maior de chuvas deve conter o aquecimento.

Culturas que sentem o efeito do clima e do risco climático

efeitos do risco climático na lavoura

De acordo com Desirée, as culturas são impactadas de acordo com a janela de cultivo de cada uma e região produtora.

“A safra de soja 2026/27 pode enfrentar alguns perrengues, mas vai se desenvolver dentro da janela ideal de cultivo. No entanto, lá na frente, pode ocorrer um corte antecipado das chuvas e um atraso para o calendário agrícola. O maior ponto de atenção fica para o risco climático no primeiro semestre de 2027, quando o milho segunda safra poderá ser a cultura mais afetada, no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil”, prevê Desirée.

Segundo a meteorologista, no Nordeste do Brasil, a temperatura elevada já afeta o cultivo do café e da cana-de-açúcar. O calor atrapalhou a moagem da cana e a secagem do café, além de provocar florada indesejada em cafezais, o que tende a prejudicar o cultivo na safra seguinte, que será de bienalidade negativa. O trigo, por sua vez, é uma cultura que se desenvolve melhor em clima frio e seco e tende a ser prejudicado pelo excesso de chuva que está previsto para o Sul do Brasil.

Micorrizas ganham espaço melhorar o manejo frente ao risco climático

Micorrizas  e soja

Diante do custo elevado dos adubos e do risco climático, produtores buscam soluções para manejar o solo e proteger as lavouras da incidência de veranicos. Uma alternativa que vem apresentando excelente custo-benefício é a adoção de insumos BioRacionais, principalmente os inoculantes biológicos à base de fungos micorrízicos arbusculares.

“As micorrizas tendem a incrementar a produtividade porque o produto promove a melhoria da estrutura do solo e aumenta a área de absorção radicular das plantas. Dessa forma, a planta vai ser mais eficiente na absorção de nutrientes e água e pode aumentar a fixação de carbono no solo. Os ganhos são acumulativos e o produtor vê os resultados no sistema produtivo”, explica a engenheira agrônoma Mariana dos Santos Gabriel, que atua como engenheira de BioRacionais da Sumitomo Chemical na região do Oeste do Paraná e Mato Grosso do Sul.

Com destaque no mercado de micorrizas, a Sumitomo Chemical oferece dois produtos: o EndoFuse® e o EndoMaxx® SC. Com formulação FS, o EndoFuse® oferece fungos micorrízicos para o tratamento de sementes. Já EndoMaxx® SC traz fungos micorrízicos em uma formulação FS para sulco de plantio, drench entre outros.

Segundo a agrônoma, as hifas dos fungos micorrízicos, que estão presentes em produtos como EndoFuse® e o EndoMaxx® SC, são cerca de cem vezes mais finas do que um pelo radicular, o que permite à planta acessar água e nutrientes em microporos que seriam inacessíveis às raízes.

“A planta serve como fonte de carbono e energia e, em contrapartida, o fungo atua como uma extensão para as raízes, trazendo benefícios como o aumento da absorção de nutrientes de baixa mobilidade como fósforo, cobre e zinco. Além disso, as micorrizas ajudam a planta a aumentar a tolerância ao estresse hídrico”, afirma Mariana.

A ação das hifas também produz a glomalina, uma proteína que funciona como uma espécie de “cola” natural que beneficia a estrutura da terra. Isso promove maior retenção de água no perfil do solo e incremento do estoque de carbono, dois fatores que tornam as lavouras mais resilientes para enfrentar períodos de instabilidade de chuvas e veranicos. Além disso, a Sumitomo Chemical colabora para a adoção da tecnologia: o produtor pode escolher entre tratar as sementes com micorrizas, por meio do inoculante Endofuse®, ou realizar a aplicação dos fungos micorrízicos diretamente no sulco de plantio, com o EndoMaxx® SC.

A tecnologia é indicada para culturas como soja, milho, trigo, algodão e café. De acordo com a agrônoma Mariana dos Santos Gabriel, em trabalhos de campo foi possível acompanhar casos reais que comprovaram os resultados positivos da aplicação de micorrizas. Um exemplo foi o caso registrado na região de Sertanópolis, no Paraná, na fazenda da produtora Carla Rossato, que testou o uso de micorrizas. A produtora contou que, embora a região da fazenda tenha registrado 33 dias de seca no mês de janeiro, ela conseguiu uma produção muito acima da média do município. Satisfeita com as melhorias no manejo, ela ampliou a adoção da tecnologia para a área total cultivada. Confira o depoimento da produtora no vídeo abaixo.

Com a adoção de produtos como EndoFuse® e o EndoMaxx® SC, o produtor consegue explorar o potencial dos fungos micorrízicos para aumentar a produtividade e proteger a lavoura, otimizando o uso de água e nutrientes. Para os incrédulos que ainda desconhecem a tecnologia, a recomendação técnica é aplicar os inoculantes em área pequena de testes para validar os efeitos positivos das micorrizas.
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A Sumitomo Chemical trabalha fungos micorrízicos em seu portfólio, com o objetivo de potencializar os benefícios ao sistema radicular da planta. Atualmente, há dois produtos disponíveis: o EndoFuse® e o EndoMaxx® SC. Confira mais informações sobre os inoculantes no site da Sumitomo Chemical.

Quer saber mais? Entre em contato com nosso SAC Sumitomo Chemical Brasil pelo telefone 0800-725-4011, WhatsApp (85) 98128-3297 ou e-mail sac@sumitomochemical.com. Para a compra de produtos, acesse a nossa página com todos os endereços.

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